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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Saindo Do Egito



Moisés, que nasceu no Egito, foi ordenado pelo Sagrado, bendito seja Ele, a retirar o povo da Terra do Egito e guia-los até a terra prometida, ou seja, liderar as almas dos hebreus, os “viajantes do universo” à sua próxima encarnação. A pergunta que nos cabe é: O que é o Egito?

O Egito é a constelação de Órion e Faraó era o príncipe celeste (Sar há’Malach) que a regia. O Zohar explica que, quando Moisés subiu às regiões celestiais para receber a Torah ele encontrou Hadraniel, o gigantesco anjo que com seu tamanho assustou Moisés e quis consumi-lo, mas o Patriarca usou o Nome Sagrado, o Shem há’Meforash, e ganhou sua passagem e então Hadraniel tornou-se seu guia a mando do Sagrado, bendito seja Ele. E o que e quem é Hadraniel? É a Constelação de Órion (Cassil).

As almas dos hebreus são lideradas pela alma de Moisés para forma de Órion em direção às Plêiades e para o seu novo Lar, uma vez que nosso Sol foi originalmente pertencente a esta constelação, mesmo que os astrofísicos não concordem com esta sabedoria mística.

A evidência disto está no fato das Kituvei há’Qodesh mencionarem explicitamente três constelações: “Ele fez a Ursa, Órion e as Plêiades e as Câmaras do Tetraedro (Jó 9:9)”.

Outra evidência de que Moisés subiu à Constelação de Órion, está no Êxodo capítulo 10 no primeiro verso: “E o Eterno disse a Moisés: Vem ao Faraó...”. Em muitas versões da Torah, este verso foi traduzido erroneamente para “vai ao Faraó”, mas o verso hebraico diz “Bô el Faraó” que significa literalmente “Vem ao Faraó”.



Procedi em procurar por um código no Êxodo no qual “Órion” fosse cruzado por “Aretz Mitzraim (Terra do Egito)” e este foi o que descobri:



No centro temos “Órion” que é cruzado duas vezes por “Aretz Mitzraim (Terra do Egito)”.

A Arca da Aliança

E o que é a Arca da Aliança? Ela é a própria Shekináh, a Divina Presença, o “Ruach há’Qodesh (Espírito Santo)” que acompanha as almas dos hebreus mesmo no “exílio” e isto está escrito no Zohar Sagrado.

Como é acima, é abaixo

O Zohar diz “como é acima, é abaixo”. Tudo que existe aqui é uma impressão do que existe acima, uma sombra. É tão certo que Órion é o “Egito Celeste” que as Pirâmides edificadas aqui estão alinhadas perfeitamente com as três principais estrelas desta constelação, como já foi demonstrado no capítulo sobre o Jardim do Éden que evidencia este mistério. Veja novamente a imagem na página seguinte que é autoexplicativa sobre alinhamento das estrelas do cinturão de Órion com as Pirâmides não somente do Egito aqui, mas de outras regiões.



As Pirâmides do Platô de Giza alinhadadas perfeitamente com as estrelas do Cinturão de Órion.

Este assunto é um excerto da Obra "Câmaras Do Tetraedro" à venda no Portal da Editora "Clube de Autores".


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domingo, 19 de maio de 2013

A Terra Oca: Mundos Subterrâneos




Além dos muitos exemplos de mundos no espaço observados no Talmude, Zohar e em outros livros sagrados, não existe, em outras obras, ainda mais surpreendentemente, abundante referência a uma Terra oca, com os mundos multi-camadas existentes, bem debaixo dos nossos pés. Na verdade, é o caso de “como é acima, assim é abaixo" conforme diz o Zohar ecoando a cabalística "teoria unificada do conhecimento". 


Sheva Artzot
"Sete Terras"

Assim como foi dito que existem sete céus, assim também está registrado que existem sete mundos inferiores, um acima do outro, cada um habitado por sua própria espécie. De fato, uma fonte notável e confiável é o clássico cabalista do século 17 Hesed L'Avraham (A bondade de Abraão) pelo rabino Avraham Azulai, que nos diz que existem tantos como 365 diferentes espécies de seres vivos sob a superfície da terra. Também nesta obra é dito existirem seres metade animal humano, como o lendário centauro.

Estes mundos são chamados “Sheva Artzot (Sete Terras)” e alude aos sete mundos abaixo de nós, a terra oca, e que existem também e todos os outros mundos.

O Zohar nos diz, por um exemplo, de um encontro surpreendente por Rabi Hiya e Rabino Yossi com um dos moradores de um reino subterrâneo chamado Arka, que é semelhante ao humano, mas tinha duas cabeças! Os dois sábios aparentemente depararam com essa pessoa estranha quando ele veio para cima à nossa terra através de uma caverna subterrânea. Os veneráveis rabinos Hiya e Yossi realmente conversaram com ele, e aprenderam muitos aspectos secretos deste mundo chamado Arka no qual há uma passagem, um portal extra-dimensional para Marte.




Os cabalistas acreditam que os mundos subterrâneos também são o domínio dos chamados mazikim, os desordeiros ou demônios, e de uma categoria conhecida como anjos caídos.

De acordo com o Zohar, Adão, o antepassado original da espécie humana, visitou todos os mundos subterrâneos em todos os outros planetas e sistemas estelares, e deixou descendência em cada um. Não foi revelado quanto ao que seus parceiros do sexo feminino eram. Além disso, uma referência no Zohar ainda coloca o Jardim do Éden, no centro desses mundos subterrâneos, sem identificar especificamente o local. Talvez tenha sido no segundo nível, conhecido como Adama, onde Caim e Abel nasceram (Marte).

O que também é evidente a partir de um número de fontes é que estes reinos subterrâneos podem não ser tão físicos como é o nosso próprio mundo na superfície. Os habitantes talvez nem possuam corpos materiais parecidos com o nosso, mas possivelmente uma mistura de físico e etéreo ou astral. Na literatura sagrada, Adam disse ter tido um "corpo de luz" antes da "Queda", antes de assumir uma “vestimenta” de pele, ou mais corretamente, um corpo totalmente físico. A tradição também afirma que Adão era de imensa estatura antes da queda e possuía dentro de suas células corporais todas as almas da futura humanidade.

O Gehinnom (o Inferno) é identificado como sendo o quarto nível chamado Gey, enquanto que, no quinto nível, num mundo chamado Nishiyah, vive uma raça de pequena estatura que seriam todos do sexo masculino (talvez andróginos), que não têm narizes, mas apenas duas fendas por onde respiram. Isso soa familiar? Além disso, a tradução da palavra Nishiyah significa algo como “amnésia”.




Nossa Terra, em si, está, naturalmente, no sétimo nível, e é conhecida no Zohar como Tevel.

O Zohar também revela que, estes mundos subterrâneos possuem céus e constelações, sois e planetas. E assim o é também com cada um dos outros planetas do nosso sistema solar, todos tem sete terras subterrâneas com os mesmos nomes que as nossas, e pode até ser que, os planetas do nosso sistema solar sejam parte de um mundo subterrâneo no qual vivemos...


Excerto do meu Livro "Câmaras Do Tetraedro" já  publicado e à venda no portal da Editora Clube de Autores.

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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Sírius: O Local do Jardim do Éden




Talmud Bavli 58b:

Rav Ashi disse: "Uma estrela foi removida de um lado da Constelação de Órion e uma estrela companheira apareceu do outro lado , e as pessoas ficaram perplexas e eu pensei que a estrela tinha atravessado para o outro lado".

O Local do Jardim do Éden

Onde fica o "Gan Éden (Jardim do Éden)" de onde a "Humanidade (Adão) foi deportada? Esta é a pergunta que se faz desde a antiguidade e a mim, me foi permitido penetrar a resposta.

A Estrela Sírius 

Os SISTEMAS SOLARES, também possuem um SOL CENTRAL e um ESPAÇO UTERINO receptor, onde estão os PLANETAS. O SOL do nosso sistema solar é a Estrela Divina Sirius, SIRIUS é o SOL do nosso SOL. O SOL do SOL da Terra. O Sol do nosso Sistema Solar, o Sol da nossa Galáxia. Sirius é o foco do Grande Sol Central em nosso setor da nossa galáxia.

O sistema Solar Sírius é chamado desde a antiguidade de "A Estrela do Messias (Kochav ha'Mashiach) e é o locar no universo onde os pensamentos são elevados, onde antes possuíamos o estado de "Messias" e é para lá que devemos retornar, para eles estado.

O MACROCOSMO gravita em torno do SOL CENTRAL da nossa Galáxia, SÍRIUS OU SÍRIO. Por SÍRIUS penetram as diretrizes da GRANDE LEI, do GRANDE SOL CENTRAL e passam pelo SOL DO NOSSO SISTEMA governados por HÉLIOS E VESTA até chegar a nosso planeta Terra e aos nossos corações.

Sírius é uma estrela tão grande e tão quente, que, desde os tempos antigos, quando os dias estão muito quentes aqui, nos expressamos isto com o dito popular "Está um calor do cão" ou "Esta quente para cachorro" que é aparentemente uma expressão sem fundamento, sem pé ou cabeça, se não fosse o seguinte:

Sírius é a principal estrela da Constelação de "Canis Majoris (Cão Maior)". Aqui a expressão "Está quente para cachorro" começa a fazer sentido e então, uma pergunta intrigante se apresenta: Se nunca estivemos ou residimos em Sírius, como poderíamos saber o calor que faz e expressar isto com este dito? A resposta é mais intrigante e surpreendente ainda: Sim, estivemos em Sírius, mas nossa memória foi apagada e o que expressão faz parte da nossa "memória genética".

A evidência está no Zohar que afirma que, assim que a Humanidade (Adão e Chavah) foram deportados do Jardim do Éden sua memória foi apagada e nem mais a Vós dos Céus (A Sabedoria) ela não pode mais reconhecer.

O "Sistema Regional de Sírius" evoluciona em torno de um sol central chamado Alcyone, estrela situada na constelação das Plêiades ou "Quadrante das Plêiades". O conjunto Sol-Sírius-Alcyone descreve uma órbita ao redor do centro da galáxia (Via Lactea) em direção da estrela de Sagitário. 

O Livro da Formação...

O Sefer Yetzirá de autoria do Patriarca Abraão nos informa codificadamente que, o nosso sistema solar migrou de um ponto muito mais alto no universo chamado "Etz ha'Chaiim (Árvore das Vidas). Assim, sabemos que o nosso Sol, mesmo que a astronomia e astrofísica neguem isto, migrou de um sistema Solar maior e mais alto. Para evidenciar que estrelas migram, eu citei o Talmud acima.

O Cinturão de Órion

Desde a antiguidade três belas estrelas nos chamam a atenção. Elas são conhecidas como as "Três Marias" e também pelo título código de "Os Três Reis Magos". Elas aponta diretamente para Sírius, e Sírius aponta diretamente para o nosso sol em Dezembro e Janeiro.

As Almas dos Messias...

As almas de todos os messias são centelhas da Gigante Azul Sírius. Uma grande evidencias disto, mesmo que a maioria dos religiosos dogmáticos a neguem, é Yeshu'a - Um dos Messias que era seguido e auxiliado pelas três Marias: Maria irmã de Lazarus, Maria de Magdala e Maria sua mãe e que foi visitado pelos "Três Reis Magos". Evidentemente trata-se de um código celeste e não de uma história física.

A Evidência Codificada na Torah...

Durante uma conversa mística com meu amado discípulo Avraham ben A'aron Kuk, todo este mistério me foi revelado. Para que não houvesse nenhuma duvida, resolvi procurar a evidência dentro das letras Sagradas da Torah, e lá estava este surpreendente código, onde o termo central é "Sirius (סיריוס)" e logo abaixo deste termo central está "Kelev Gadol (כלב גדול,) - Alfa Canis Majoris", mas o que me surpreendeu foi o que li acima de Sírius:

"E tomou o Eterno Deus, a Adão (Humanidade) e o colocou no Jardim do Éden, para o cultivar e guardar ( וַיִּקַּח יְהוָה אֱלֹהִים, אֶת-הָאָדָם; וַיַּנִּחֵהוּ בְגַן-עֵדֶן, לְעָבְדָהּ וּלְשָׁמְרָהּ)" - Gênesis 2:15.



Ao lado deste verso o termo hebraico para "Gravidade" desce na vertical ligando-se a Sírius e aludindo que o Éden orbita a estrela Sirius... Veja o código abaixo.

Ursa, Órion e as Plêiades

Duas estrelas migraram das Plêiades para a Ursa Maior, e Talmud explica que isto foi feito para que o dilúvio tivesse inicio, mas que no tempo da correção, as "Filhas das Plêiades" lhe serão devolvidas. Agora sabemos porque D'us perguntou a Yov (Jó): Quem fez a Ursa, Órion e as Plêiades? (Jó 9:9).

SIRIUS E OS DOGONS

Dogon é um povo que habita o Mali e o Burkina Faso. Os dogons do Mali são um povo que vive em uma remota região no interior da África Ocidental - são cerca de 200 mil e a sua maioria vive em aldeias penduradas nas escarpas de Bandiagara, ao leste do Rio Níger. Ainda não podem ser qualificados como "primitivos", pois possuem um estilo de vida muito complexo, e não são excelentes candidatos a possuir conhecimentos científicos. Contudo, possuem um conhecimento muito preciso do sistema estelar de Sirius[1] (incluindo pelo menos uma estrela que ainda não foi identificada pelos astrônomos) e dos seus períodos orbitais. Os sacerdotes dogons dizem que sabem desses detalhes, que aparentemente são transmitidos oralmente e de forma secreta, séculos antes dos astrônomos.

Esses conhecimentos foram publicados pela primeira vez em 1950, no "A Sudanese Sirius System", escrito pelos antropólogos franceses Germaine Dieterlen e Marcel Griaule, que viveram muito tempo com os dogons no final dos anos 1940. Os dois cientistas ganharam a confiança dos sacerdotes até o ponto deles lhe confiarem esses notáveis conhecimentos, muito ligados às suas crenças religiosas.

A origem da vida

Para os dogons, toda a criação está vinculada à estrelas que eles chamam de Po Tolo, que significa "estrela semente". Esse nome vem da minúscula semente chamada de "fonio", que em botânica é conhecida como Digitaria exilis. Com a diminuta semente, os dogons referem-se ao inicio de todas as coisas. Segundo os dogons, a criação começou nessa estrela, qualificada pela astronomia como anã branca, e que os astrônomos modernos chamam de Sirius B, a companheira muito menor da brilhante Sirius A, da constelação Cão Maior.

Os dogons sabem que a Po Tolo tem uma enorme densidade, totalmente desproporcional ao seu reduzido tamanho e acreditam que isso deve-se à presença do sagala, um metal extremamente duro e desconhecido na Terra. Continuam descrevendo que as órbitas compartilhadas da Sirius A e da Sirius B formam uma elipse, com a Sirius A localizada em um dos seus focos.

Os dogons também dizem que a Sirius B demora 50 anos para completar uma órbita em volta da Sirius A, a astronomia moderna estabeleceu que o seu período orbital é de 50,4 anos. Igualmente intrigante é a sua afirmação de que a Sirius B gira em torno do seu próprio eixo e demora um ano terrestre para terminar este movimento. Alguns astrônomos afirmam que isso é possível, enquanto outros discordam dizendo que esse período de rotação é muito longo para uma estrela tão pequena e densa.

Mas, o que é realmente assustador é o conhecimento que dizem ter sobre o terceiro astro do sistema Sirius, descoberto apenas recentemente pelos astrônomos, já que possui um tamanho irrelevante perto dos dois outros astros do sistema, e por isso levou quase meio século para ser descoberto. Os Dogons chamam este terceiro corpo de Emme Ya, ou "Mulher Sorgo" (um cereal) e dizem que é uma estrela pequena com apenas um planeta em sua órbita, ou um grande planeta com um grande satélite. Os modernos intérpretes dessa tradição chamam esta estrela de Sirius C.

A conclusão de que a informação recebida por Dieterlen e Griaule era conhecida pelos dogons há milhares de anos, e é aceita pelo membro da Royal Astronomical Society, Robert Temple, uma vez que há provas a favor de tal afirmação. Contudo, há um grupo de críticos que não concordam com essa informação. Entre este grupo de cético, estão Carl Sagan, Ian Ridpath, James Oberg e Ronald Story. Segundo eles, os exploradores da Europa e dos Estados Unidos encontraram os dogons há 150 anos e forneceram-lhes informações sobre Sirius, que logo foi incorporada à sua cosmologia.

Contudo, em uma entrevista ao programa Horizon da BBC, Germaine Dieterlen não concordou com esse ponto de vista e, para prová-lo, mostrou um esquema feito pelos dogons do sistema Sirius de 500 anos de idade. Além disso, outros pesquisadores argumentam que muitos dos astrônomos dos dogons não eram conhecidos no Ocidente até o século XX.

As migrações gregas

Os pesquisadores afirmam que os conhecimentos sobre o sistema Sirius dos dogons possuem milhares de anos, e tem a seu favor as provas históricas. Supõe-se que os dogons são remotos descendentes dos gregos que colonizaram a parte da África que atualmente constitui a Líbia. Heródoto os chama de Garamantianos, de Garamas, o folho de Gaia, a deusa grega da terra. Os elementos da tradição grega são muito parecidos à preocupação dos dogons com os números. Além disso, durante a sua permanência na Líbia, aqueles gregos expatriados poderiam ter adquirido alguns conhecimentos dos seus vizinhos, os antigos egípcios.

Séculos de lenta emigração para o sul levaram os dogons ao Rio Níger, onde se estabeleceram e se misturaram com os habitantes negros locais. Segundo Robert Graves, os últimos restos dessa errante tribo estão agora em uma aldeia chamada Koromantse, também chamada Korienze, a 75 km de Bandiagara.

Visitantes Anfíbios

Para alguns[quem?], isso constitui uma prova irrefutável da antiguidade dos conhecimentos astronômicos dos dogons. Mas a forma como os adquiriram continuam sem respostas. Como um povo que não dispunha de instrumentos óticos poderia conhecer os movimentos e as características da estrela mais brilhante, da sua companheira pouco visível e de um terceiro astro do qual ainda não existem provas cientificas de sua existência?

Os dogons explicam os seus conhecimentos astronômicos do sistema Sirius de uma forma muito simples: seus antepassados os adquiriram de visitantes anfíbios extraterrestres, chamados por eles de "nommos", provenientes da estrela Po Tolo (Sirius B). As descrições feitas pelos dogons são muito precisas.

Contam que os nommos chegaram pela primeira vez do sistema Sirius em uma nave espacial que girava em grande velocidade quando descia e que fazia um barulho tão forte quanto o rugido do vento. Também dizem que esta máquina voadora rebateu ao aterrissar como se fosse uma pedra pela superfície da água, semeando a terra com "jorros de sangue". Alguns estudiosos[quem?] dizem que "jorros de sangue" na língua dogon é semelhante a "escape de foguete", o empuxo invertido usado nos veículos espaciais. Os dogons também falam que pode ser interpretada como "nave mãe" colocada em órbita. Isso não é tão estranho quanto parece: A Apollo 11 ficou em órbita lunar enquanto o módulo descia para fazer a primeira alunissagem em julho de 1969.

Tudo isso parece ridículo se não fosse pelo paralelismo com as civilizações que apareceram na época das migrações dos antepassados dos dogons. As representações artísticas dos nommos na forma de réptil assemelham-se ao semideus babilônico Oannes, com rabo de peixe, aos anfíbios dos acadianos conhecidos como Ea, e à representação na arte primitiva egípcia de Ísis em forma de sereia. Todos esses personagens foram, para seus respectivos adoradores, os pais das suas civilizações.

Os seus vínculos com as antigas civilizações do Oriente Médio dependem da aceitação da teoria que diz que seus antepassados teriam viajado até o sul, enquanto a afirmação de que os extraterrestres descreveram-lhes o sistema estelar.

Correspondentes egípcios

A Sirius A era conhecida pelos antigos egípcios como Sothis. Seu ano começava como os "dias do Cão", quando a Sirius, a estrela da constelação Cão Maior, surgia atrás do Sol, por volta do dia 23 de julho. Aparentemente também conheciam a Sirius B porque, nas suas tradições religiosas, a deusa Ísis era símbolo da Sirius A e Osíris, seu consorte, era associado à sua escura companheira.

Os antigos rituais vinculam Ísis a Sirius. A câmara do ano novo do templo de Dendera foi construída de forma que a luz da Sirius seja canalizada por um corredor até o interior da câmara.

Isso é um antecedente da cerimônia Sigui que os dogons celebram quando a Sirius pode ser vista pela fresta de uma rocha da aldeia de Yougo Dogorou. Devido ao fato de Osíris ser adorado como o senhor da vida após a morte e as lendas dos antigos egípcios falarem de almas, que voavam a uma mansão imortal junto aos deuses, é possível que considerassem que essa mansão estivesse localizada na Sirius B.

Répteis humanos

Os dogons acreditam que deuses (nommos) vieram de um planeta do sistema Sirius, há 5 ou 6 mil anos. Na linguagem dogons, Nommos significa "associado à água" ; "bebendo o essencial". Segundo as lendas, os anfíbios Nommos viviam na água e os Dogons referem-se a eles como "senhores da água". A arte dogon, sempre mostra os Nommos parte humanos, parte répteis. Lembram o semideus anfíbio Oannes dos relatos babilônicos e o seu equivalente sumério Enki. Os textos religiosos de muitos povos antigos referem-se aos pais de suas civilizações com seres procedentes de algum lugar diferente da Terra. Coletivamente, isso é interpretado por algumas pessoas como a prova da existência de vida extraterrestre que estabeleceu contato com o nosso planeta em um passado distante.

FONTE: WIKIPÉDIA

A GEMATRIA DE SÍRIUS

A gematria hebraica de Sírius, devidamente transliterado para o hebreu (סיריוס) é 346 e possui alguns segredos que evidenciam nossa teoria: 346 é o mesmo valor do termo "Be'Pardes (בפרדס)" cujo significado é "No Paraíso". É também a gematria de "Karma (קארמה)" e também de "B'ney Pered (בני פרד)" que pode ser entendido como "Filhos da Incompreensão (o termo Pered é mula no hebraico)". A alusão aqui é que, caímos de um padrão de consciência elevado, messiânico, e como consequência, derrubamos todo o sistema para um lugar mais baixo no universo a fim de sofrermos a correção, o karma.

Todo este mistério está publicado no meu livro "B'ney Kochavim - Os Filhos das Estrelas" o qual estou canalizando. Aguardem...

Artesão da Luz

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Pirâmides: Engenharia Angelical



No artigo "O Mistério do Cinturão de Asteroides", revelei que as Pirâmides não são edificações humanoides, mas angélicas. Eis aqui, algumas evidências:

A Pirâmide de Chichén Itzá possui 91 degraus em cada um dos seus quatro lados. O número 91 em gematria hebraica que é o cálculo do valor numérico de cada letra de uma palavra, e a razão do termo "Malach (מלאך)" que traduz-se para "Anjo" mas cujo real significado é "Aquele que foi enviado para cumprir uma ordem Divina".

Na Bíblia nos temos um Tehilim (Salmos) que é considerado o Salmo dos Anjos (מלאכים) que é o Salmo 91. O valor 91 é também o mesmo da palavra Amén (אמן) e talvez, você já tenha ouvido a expressão "Os anjos dizem amen".

A PIRÂMIDE DE CHICHÉN ITZÁ

Para evidenciar esta revelação, quando escrevi o artigo "O Mistério do Cinturão de Asteroides" publiquei junto um código que descobri no livro do profeta Isaías no original hebreu, onde o termo "Pirâmide (פירמידה)" está codificado a cada 91 letras por linha, ou seja פ91י91ר91מ91י91ד91ה91. Explicando melhor, toma-se uma letra conta-se outras 90 e a próxima, a 91ª junta-se à razão, então a cada 91 letras ós temos uma da palavra "Pirâmide". Cruzando a palavra chave "Pirâmide" está a frase "Hu ha'Elohim Yetzará" cuja tradução é "Eles, os Anjos, as construíram".

O Código Pirâmide

O total de degraus é de 364. Estudando a gematria desde número, encontrei alguns mistérios interessantes. O primeiro deles é a frase "Maia Shadê (מיה שדה)" que significa "Campo Maia". Mudando o sentido da frase para "Shadê Maia (שדה מיה)" podemos lê-la como "Shadê me-Yah" cujo significado é "Campo do Eterno", em outras palavras um "terreno místico" um "campo angélico". Encontrei também a frase "Malachei b'Orion (מלאכי ב'ארין)" que é "Anjos de Órion" sendo "Órion" escrito com defeito faltando a letra "vav (ו)" que é "luz" e pode denotar "anjos que caíram". De acordo com o Sefer Chanoch (O Livro de Enoque)" os anjos que desceram à Terra vieram da Constelação de Órion.

Pacal Votan

Um dos lideres Maias foi o rei Pacal Votan. Ele nasceu com seis dedos nas mãos e nos pés. Esta diferença genética é chamada de Polidactismo e é uma caracteristica, de acordo com o Zohar, daqueles seres que são filhos de Anjos com mulheres humanas. Portanto, Pacal Votan era um Nefilim, ou se você preferir "Anunnaki".

PACAL VOTAN

X RAY DE UM POLIDACTILO

Uma pequena estatueta encontrada era a de um ser equipado, ao que parece, com um traje espacial contendo seis asas. No zohar encontramos os mistérios dos anjos de "seis asas - os serafim". Esta é mais uma evidência de que as Pirâmides em todos os lugares do mundo são edificações angelicais.

ESTATUETA DO ANTIGO ASTRONAUTA

Outra evidência está no número de painéis nas laterais da Pirâmide de Chichén Itzá: 52. Em gematria hebraica 52 é o valor do Nome do Mestre do Universo escrito de uma certa forma: O tetragrammaton.

Juntos, os termo Malach e o Tetragrama forma a frase "Malach Adonai" cujo significado é "Enviado do Eterno". O Nome pode ser visualizado em uma das imagens abaixo.

A pergunta que nos cabe fazer aqui é então: Por que os Anjos construíram Piramides não apenas na Terra, mas em todos os planetas do sistema solar? Esta é uma resposta, que, por enquanto, deixarei para que você  encontre.



A Pirâmide de Marte que se encontra sobre a "FACE" foi edificada também pelos Anjos. A pergunta é: O que há sob ela? Ao buscar resposta para esta questão, encontrei outro código que trouxe uma surpreendente revelação:


Como podemos verificar acima, Pirâmide surge no centro do texto hebraico na posição vertical que é cruzada pela frase "Sob a Face de Marte (ADAMAH). Marte (Maadim) surge duas vezes no texto e conectado a eles esta "Conhecimento dos 32 Filhos de Adão". A pirâmide de Marte é uma Biblioteca Mística, mas é também um "Obelisco" deixado por Adão e seus filhos como testemunho para gerações futuras.

Todas as Pirâmides são antediluvianas, e foram edificadas por anjos sob as ordens e conselhos de Chanoch (Enoque) em todo o mundo, no período de 243 anos em que todos os reis da terra aprenderam com ele a Sabedoria. A evidência disto pode ser encontrada na gematria de 243 que é o mesmo valor numérico da frase "בְּכָל הַמָּקוֹם be'Col ha'maqom" cujo significado é "Em todos os lugares". Outro segredo do valor 243 é o título "בעל הסולם Baal ha'Sulam" que é "Mestre da Escada" e todas as Pirâmides são "escadas" assim, como a Pirâmide de Saqqara e a de Chichéz Itzá que possui 91 degraus em cada um dos seus lados.

Outro mistério e evidência esta na soma de Chanoch (חנוך) com número de anos em que ele ensinou os povos que foi 243 e mais as letras que possui o alfabeto hebraico, que são 22:

חנוך+כב+רמג=349

O resultado desta soma é 349 e este por sua vez, é o mesmo que פירמידה (Pirâmide). Chanoch tem valor 84 que é o mesmo de ידע (conhecimento).

Órion & as Pirâmides

A maioria das pirâmides edificadas aqui na terra espelha a constelação de Órion, especificamente o Cinturão de Órion que é formado pelas estrelas Alnitak (HIP 26727 A), Alnilam (HIP 26311) e Mintaka (HIP 25930).


Por que os Nefilim (Anjos Caídos) edificariam pirâmides aqui na terra espelhando a Constelação de Órion? Em hebraico, nefilim tem raiz no termo Nafal que significa cair, descer, em aramaico é Nephila que designa a constelação de Orion, que entre os hebreus era o anjo Shemhazai (Semyaza, Samyaza, Semyaze), conforme relatado no Livro de Enoque. Esta é a razão do porque eles edificaram na terra pirâmides espelhando a constelação de onde vieram: Espelhar sua casa. Particularmente penso que, eles desceram de várias constelações e não apenas de Órion.

Tikal & as Plêiades

Tikal era a maior das cidades maias, situada em Petén, região da atual Guatemala. O nome " Tikal " quer dizer " Lugar de Vozes " ou " Lugar de Línguas " na língua maia. O sítio apresenta centenas de construções antigas significativas, das quais apenas uma fração foi cientificamente escavada em décadas de trabalho de arqueologia. Os edifícios sobreviventes mais proeminentes incluem seis grandes pirâmides de plataformas (ou estágios) que apóiam templos nos seus topos. Elas foram numeradas geograficamente pelos primeiros exploradores, e foram construídas no período mais recente, entre o século VII e o início do século IX .

A área de Tikal está diretamente em alinhamento astronômico com as estrelas da Constelação das Plêiades, como podemos ver na imagem abaixo:


Isto tudo evidência que as Pirâmides construídas no mundo inteiro e também nos planetas do sistema solar, não foram edificadas por seres humanos, mas por anjos e há uma outra evidência disto. No Zohar, somos informados que, quando Moisés edificou e ergueu o Mishkan (Tabernáculo) no deserto, D'us ordenou aos anjos que edificassem um Tabernáculo acima também. Isto tudo deixa claro que a engenharia das pirâmides é celeste e não humana.


O Platô de Tikal

Teotihuacan & Órion

Teotihuacan ou Teotihuacán, é um sítio arqueológico localizado a 40 km da Cidade do México, no México, declarado Património da Humanidade pela UNESCO em 1987. Teotihuacan foi a maior cidade conhecida da época Pré-Colombiana na América e o nome Teotihuacan é também usado para referir a civilização desta cidade dominante, a qual estendeu a sua influência sobre grande parte da Mesoamérica. O nome significa "onde se encontram os deuses (elohim/nefilim)".

Vista de cima, a cidade com sua "avenida celestial" e as Pirâmides do sol e da lua espelham Órion acima e também o mapa do nosso sistema solar.




Os Anunnakis & Órion

O conhecimento sobre os "Anunnakis" veio do sítio arqueológico da antiga cidade de Níniveh, onde tábuas de argilas foram encontradas gravadas com um estranha língua: O Cuneiforme. Anunnaki significa "Aqueles que desceram dos céus" e "Anu" é ´"Órion". Podemos afirmar então que, os Anunnakis são na verdade os "Elohim/Nefilim" que desceram de Órion. Mas, haveria alguma outra evidência?

Níniveh é cidade na Bíblia e foi construída por Nimrod, o bisneto de Noé. A Torah diz que ele era um exímio caçador. Estranhamente é do que a Constelação de Órion é chamada: O Caçador.

haveria algum cruzamento criptográfico entre Níniveh e Anunnaki? Pesquisando, encontrei um código muito interessante em Mishley (Provérbios de Salomão) onde Anunnaki está codificado. A surpresa estava no que surgiu no mesmo texto:

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Acima, na matriz, no centro marcada em azul na posição vertical, temos "Anunnaki" e conectado a ela acima temos "Niniveh". Ao lado de Anunnaki temos o nome bíblico da Constelação de Órion "Cassil" que surgiu com duas letras hebraicas à sua frente que são a inicial e final da palavra "Kochav (Estrelas)". Agora temos uma evidência bíblica de que os Anunnaki desceram mesmo de Órion.

Outra evidência também fornecida pelo Zohar Sagrado está na construção do Beit ha'Miqdash - O Templo de Sh'lomô (Salomão). O Zohar nos informa que tanto o corte de pedras megalíticas, transporte e edificação não foi realizado por pessoas, mas por anjos e demônios.


Exploraremos mais este tema no IIº HADEREI TEMAN DE UFOLOGIA MÍSTICA que estou preparando para este ano de 2013. Fique atento.



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Artesão da Luz